DESENVOLVIMENTO

Epic Games teria imposto modelo 'AI first' em novo shooter da Disney após adiamento

Segundo relato atribuído a Jason Schreier, da Bloomberg, a equipe de um shooter com personagens Marvel e Star Wars foi orientada a usar mais IA para concluir o jogo, atrasado.

Ilustração editorial de um estúdio de jogos com desenvolvedores e elementos abstratos de inteligência artificial
Imagem: Nintendo Life · identificada na matéria-fonte e otimizada pela Rplay News. Fonte ↗

A Epic Games teria orientado os desenvolvedores de um novo shooter feito em parceria com a Disney a adotar um modelo de produção "AI first", ou seja, com uso prioritário de ferramentas de inteligência artificial para finalizar o jogo. A informação é atribuída ao jornalista Jason Schreier, da Bloomberg, e foi repercutida por Nintendo Life e Rock Paper Shotgun. Nem a Epic nem a Disney confirmaram oficialmente a mudança.

O que foi reportado

O projeto é descrito como um shooter com personagens dos universos Marvel e Star Wars, ainda não anunciado. De acordo com o relato, o jogo foi adiado antes de a direção da empresa pedir que as equipes recorressem mais a IA no trabalho diário.

As fontes divergem em detalhes. A Nintendo Life resume a orientação como um pedido para usar mais ferramentas de IA. O Rock Paper Shotgun vai além: afirma que haveria arte e código gerados e que os desenvolvedores seriam instruídos a usar com mais intensidade o Claude, da Anthropic, e ferramentas semelhantes. Esse trecho aparece apenas em uma das fontes e deve ser lido como parte do relato, não como fato confirmado.

O Rock Paper Shotgun também diz que o lançamento estaria previsto para março e que o jogo foi adiado por tempo indeterminado. A Nintendo Life menciona apenas o atraso, sem data.

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Por que isso importa para o desenvolvimento de jogos

O caso chama atenção porque a Epic Games é a criadora de Fortnite e uma das empresas mais influentes do setor, inclusive no desenvolvimento de ferramentas. Se o relato se confirmar, ele mostra um grande estúdio usando a IA não como apoio opcional, mas como resposta direta a um problema de cronograma.

Para desenvolvedores, isso reforça uma discussão já presente na indústria: até que ponto a IA pode acelerar etapas como arte e programação sem sacrificar controle criativo e qualidade. Para jogadores, a questão é como essa abordagem afetaria um jogo baseado em franquias muito conhecidas.

O que ainda não está claro

  • Não há detalhes confirmados sobre quais ferramentas de IA seriam usadas, além da menção ao Claude por uma das fontes.
  • Não se sabe qual será o impacto na qualidade final do jogo.
  • Não está claro se a medida é temporária, restrita a esse projeto ou parte de uma estratégia de longo prazo da Epic.
  • Faltam declarações oficiais da Epic Games e da Disney sobre o projeto, o atraso e a mudança de método.
  • A data de lançamento e as plataformas continuam desconhecidas.

O que observar a seguir

Os próximos sinais relevantes serão uma eventual resposta oficial das empresas, o anúncio formal do shooter e informações sobre como a IA será integrada ao pipeline. Até lá, o caso é um relato jornalístico sobre uma decisão interna, e não uma política confirmada pela Epic.

Enquanto isso, quem quer acompanhar o que acontece no desenvolvimento de jogos pode seguir os conteúdos de engines e ferramentas da Rplay Games.

Fontes e transparência editorial

Esta matéria da Rplay News foi produzida em português a partir das fontes identificadas abaixo. O conteúdo é reorganizado para acrescentar contexto e utilidade, sem copiar a redação das publicações originais.

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Conteúdo produzido com apoio de automação e IA a partir das fontes citadas.