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Stranger Than Heaven, do RGG Studio, sai em 15/01/2027 no PS5

Prévia oficial detalha o combate com controle independente dos lados do corpo, a progressão e o gerenciamento de show business do novo jogo do RGG Studio, previsto para 15 de janeiro de 2027.

Ilustração editorial de um lutador em combate corpo a corpo ao lado de um palco de show com luzes
Imagem: PlayStation Blog · publicação oficial relacionada à matéria. Fonte ↗

Stranger Than Heaven, novo jogo do RGG Studio, equipe responsável pela série Like a Dragon, tem lançamento marcado para sexta-feira, 15 de janeiro de 2027, no PlayStation 5, segundo o PlayStation Blog. O combate usa ombros e gatilhos do controle para comandar o lado esquerdo e o direito do corpo do protagonista Makoto Daito de forma independente, e o jogo mistura brigas físicas com gerenciamento de show business.

As informações vêm de uma prévia com acesso prático publicada pelo blog oficial da PlayStation. O texto descreve trechos selecionados de quatro capítulos, jogados em um evento fechado para a imprensa. Não é uma análise do jogo completo.

O que é Stranger Than Heaven

O jogo é um título inédito do RGG Studio e acompanha 50 anos da vida de Makoto Daito. A prévia cobriu o Prólogo, ambientado em San Francisco em 1915, e três capítulos: Kokura, em Fukuoka (1915), Kure, em Hiroshima (1929), e Minami, em Osaka (1943).

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No prólogo, Daito é acusado de assassinato, foge da polícia e embarca em um navio suspeito, onde conhece outros personagens. Em Kokura, ele encontra Tae, descrita como a mulher que se torna o centro da vida dele. A cidade também serviu de amostra da exploração livre, com ruas, becos e comida de rua.

Como funciona o combate

O sistema se baseia em controles dual-limb. Os botões de ombro e os gatilhos acionam cada lado do corpo de Daito separadamente. Segundo o relato, o jogador alterna golpes esquerdos e direitos e defende na direção dos ataques inimigos, o que dá sensação de peso aos choques corporais.

As armas mudam o equilíbrio da luta:

  • Armas compactas de uma mão permitem golpes rápidos, mas deixam a mão esquerda de Daito limitada a socos mais fracos.
  • Armas grandes, como marretas, têm recuperação mais longa e deixam o personagem exposto a contra-ataques, mas causam muito dano por golpe.
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Imagem: PlayStation Blog · Imagem identificada no conteúdo da fonte autorizada. · Fonte original ↗

Na fase da siderúrgica de Kokura, os testadores enfrentaram uma batalha longa contra vários inimigos. Para eles, as armas de uma mão pareciam confiáveis no início, mas a marreta foi mais eficaz em lutas contra grupos. O relato também diz que os adversários ficaram cada vez mais difíceis e que a equipe não chegou ao último confronto.

Arena e progressão

Em Kure, a prévia incluiu o modo Arena. Derrotar oponentes designados rende recompensas. Ao reencarar adversários já vencidos, o jogador pode ativar restrições, como lutar sem armas, para ganhar bônus extras. Descumprir a condição reduz a recompensa.

Sobre a progressão, o produtor Hiroyuki Sakamoto explicou que os atributos básicos ligados a saúde e espírito melhoram com ações cotidianas, como andar pela cidade ou ler o jornal. As armas têm níveis de proficiência que aumentam o poder de ataque com o uso, e novos golpes podem ser aprendidos em minigames e histórias secundárias.

Show business: música e apresentações

Na Osaka de 1943, a prévia mostrou o outro lado do jogo. Daito usa seu talento para produzir apresentações ao vivo, que geram renda e têm papel importante na história principal. A gestão envolve promoção, composição musical e montagem dos shows.

Para compor, é preciso coletar Inspiração, com sons captados pela cidade e durante lutas. Com o suficiente, o jogador leva o material a um compositor para criar faixas. Uma mesma música aceita vários arranjos, e trocar os instrumentos muda o clima dela. Segundo Sakamoto, a Inspiração pode surgir de formas inesperadas, como alimentar um cão de rua. Alguns estímulos só aparecem à noite, e músicas criadas em uma época podem ser apresentadas em outras, como em Kure, Minami ou Atami.

Ao montar um show, o jogador escolhe cantores, músicos e efeitos de palco, como confete e máquina de fumaça. Cada espetáculo tem meta de receita, e é preciso equilibrar a habilidade dos artistas com os custos. Com o show em andamento, Daito opera iluminação e efeitos, e acertar os comandos na tela aumenta a receita. Para o autor da prévia, o sucesso depende mais do planejamento (música, elenco e palco) do que de reflexo rápido, como em um jogo de ritmo tradicional.

O que ainda não está claro

A fonte cita lançamento no PlayStation 5, mas o material disponível não informa outras plataformas nem se há exclusividade. Preço, edições e modelo de monetização também não aparecem. Como a fonte é o blog oficial da PlayStation e a experiência foi limitada a trechos, a recepção crítica e o desempenho do jogo completo ainda dependem de análises e do lançamento.

Para quem acompanha lançamentos, a prévia mostra que o RGG Studio aposta em um jogo que combina brigas físicas com gestão e música ao longo de várias décadas. Enquanto a data não chega, vale explorar na Rplay Games outros jogos e conteúdos sobre lançamentos e novidades do setor.

Fontes e transparência editorial

Esta matéria da Rplay News foi produzida em português a partir das fontes identificadas abaixo. O conteúdo é reorganizado para acrescentar contexto e utilidade, sem copiar a redação das publicações originais.

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Conteúdo produzido com apoio de automação e IA a partir das fontes citadas.